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Recortes de Prensa
Prensa de Oporto, Portugal.
Domingo é dia da despedida
Já passou pelo festival, na sexta-feira, a Tuna Feminina da Universidade Portucalense, a Tuna do Distrito Universitário de Jaen (de Espanha), a Tuna da Faculdade de Medicina do Porto, a Tuna Universitária do Porto, a Tuna Universitária de Aveiro, a Tuna Académica da Universidade Lusíada e a Tuna Académica da Universidade Portucalense.
Ontem, foi a vez da Tuna Universitária de Almeria (Andaluzia), a do Instituto Superior Técnico de Lisboa, a Tuna do Distrito Universitário de Vitória – Gasteiz (País Basco), a Tuna da Universidade Católica do Porto, a Tuna América de Porto Rico e a Tuna Universitária do Minho.
Para o final do dia de hoje está prevista a entrega dos prémios principais deste festival. Desde logo, o prémio Infante D. Henrique, que será entregue ao reitor da Universidade Portucalense, Francisco Costa Durão, pelo desempenho e ajuda que tem dado à tuna.
O galardão é constituído por uma pequena estatueta.
O concurso distribuirá prémios para todos, mas serão distinguidas tunas que tenham o melhor estandarte, a melhor pandeireta, a melhor serenata. O júri distingue ainda as três tunas que se destacaram durante o concurso. Também aqui os prémios consistem numa pequena estatueta.
Historial
Foi em Dezembro de 1990 que um conjunto de alunos da Universidade Portucalense descobriu que o gosto pela música associava-se ao gosto pela boémia e pelo espírito académico, por isso, essa é a data indicada para o início da Tuna Académica da Universidade Portucalense – Infante Dom Henrique (pelo p).
E porque os tempos mudam rapidamente, em Março de 1993, os tunos masculinos "acederam", perante a insistência, a qualidade musical e o espírito académico das estudantes, a criar a Tuna Mista. Nessa mesma data, deu-se o apadrinhamento pela Tuna Académica do Instituto Superior de Engenharia do Porto.
A Tuna da Universidade Portucalense tem actuado um pouco por todo o País, em tudo o que é festa académica e popular (Festivais de Tunas, Encontros de Tunas, Romarias, Casamentos, etc..), fazendo ainda inúmeras Serenatas. A partir do momento em que a fama de "despedaçadores de corações" passou a andar nas bocas das donzelas de todo o País, a tuna sentiu necessidade de mudar de ares, e começou então a conquistar também as donzelas de além fronteiras.
Os momentos mais altos de conquista em terras estrangeiras, reportam-se a três digressões europeias que a tuna realizou, e nas quais visitou Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Holanda, onde teve a honra de se "irmanar com a mui bebedoura e sempre presente Tuna Ciudad Luz – Eindhoven", bem como ter também como Tuna de Mérito a Tuna do Distrito Universitário Victoria-Gasteiz. Para além dos Irmãos Holandeses e Amigos Espanhóis, a Tuna da Universidade Portucalense apadrinhou em Março de 1994 as meninas da Tuna Feminina da Universidade Portucalense – Infante Dom Henrique.
Os troféus vão-se amontoando numa vitrine da Portucalense, mas parece que a tuna prefere os prémios das amizades que se fizeram ao longo destes anos.
Festival
Mas um dos maiores "motivos de orgulho", segundo os próprios, é "sem dúvida alguma o Festival Internacional de Tunas da Universidade Portucalense – Infante D. Henrique, que realizamos no Coliseu do Porto".
Este festival ocorre por alturas do aniversário da universidade e tem vindo a ser registado em áudio para lançamento em CD.
Fuente: O Primeiro de Janeiro
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